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Modelo baiana que estreou em show da Victoria’s Secret sonhava em desfilar como ‘angel’

Modelo baiana que estreou em show da Victoria's Secret sonhava em desfilar como 'angel'

Daiane Sodré é natural de Baixa Grande, na Chapada Diamantina, e tem 32 anos. Além dela, a também baiana Adriana Lima desfilou mais uma vez com a marca.

Modelo baiana Daiane Sodré estreia no desfile da marca Victoria’s Secret

A modelo baiana Daiane Sodré estreou no Victoria’s Secret Fashion Show neste ano. O evento tradicional aconteceu na quarta-feira (15), em Nova York, nos Estados Unidos.

O desfile repercutiu nas redes sociais e a mais nova angel — termo utilizado para nomear as modelos que desfilam com a marca — caminhou ao lado de veteranas, como a também baiana Adriana Lima.

O Victoria’s Secret Fashion Show trouxe algumas novidades dessa vez, como a integração oficial da jogadora de basquete Angel Reese, primeira atleta profissional a integrar o time oficial de modelos da marca. Daiane Sodré é uma das representantes do Brasil no elenco, consagrando uma tradição de supermodelos como as brasileiras Gisele Bündchen, Isabeli Fontana e Alessandra Ambrósio.

Conhecida mundialmente, Daiane é natural de Baixa Grande, cidade com 18 mil habitantes na região da Chapada Diamantina. Ela é caçula de uma família com 13 irmãos e sempre teve o sonho de ser modelo. Com mais de 15 anos de carreira, desfilar como angel era um objetivo profissional antigo.

Na adolescência, Daiane se mudou para Feira de Santana, a cerca de 100 quilômetros de Salvador, com duas irmãs. Nessa época, ela cogitava cursar Psicologia. Mas, após participar de uma convenção de modelos na cidade, foi rapidamente escolhida pelo empresário e olheiro responsável por descobrir Gisele Bündchen, Dilson Stein.

Em menos de um ano, ela saiu da Bahia para São Paulo e, apenas três meses depois, viajou para os Estados Unidos, mesmo sem falar inglês. Como a carreira deslanchou no exterior, Daiane começou a trabalhar para grandes marcas internacionais.

A mudança repentina foi um “baque” para ela, que se viu longe da família e precisou aprender “tudo” — desde usar o transporte público na megametrópole a lidar com outras pessoas e culturas. Atualmente, já adaptada ao cotidiano de top model internacional, ela visita a família no Brasil sempre que possível.